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Endomarketing x Marketing: onde começa o limite da criação?

É cada vez mais comum que as equipes de marketing assumam, além das demandas externas, as comunicações internas das empresas. Com a justificativa de “seguir o mesmo padrão visual” ou “garantir alinhamento de marca”, o time de marketing também passa a produzir campanhas de endomarketing, como:

  • Ações de engajamento com colaboradores
  • Comunicados internos e campanhas de clima
  • Materiais para eventos, treinamentos ou premiações

Mas até onde vai o papel do marketing nessas demandas? Onde começa e onde termina a responsabilidade da equipe de endomarketing? E como evitar que isso se torne um gargalo operacional?

Neste artigo, vamos responder essas perguntas com uma visão prática, orientada à realidade das empresas B2B — onde marketing e endomarketing precisam coexistir, mas com papéis bem definidos.


O que diferencia Marketing de Endomarketing?

Apesar de usarem ferramentas semelhantes (posts, apresentações, campanhas, vídeos), os objetivos e os públicos são diferentes.

AspectoMarketingEndomarketing
Público-alvoClientes, prospects, mercadoColaboradores, lideranças, áreas internas
ObjetivoVendas, posicionamento, atraçãoEngajamento, cultura, comunicação interna
IndicadoresLeads, conversão, alcanceClima organizacional, adesão, feedback interno
AbordagemExterna e comercialInterna e institucional

O problema: quando tudo cai no colo do marketing

Nas empresas B2B, especialmente de médio porte, é comum que o endomarketing não tenha equipe dedicada. A responsabilidade recai sobre o RH, que muitas vezes não tem familiaridade com ferramentas de design ou estratégia de comunicação.

O resultado? O time de marketing acaba absorvendo as demandas internas, o que gera:

  • Acúmulo de tarefas não prioritárias
  • Desvio de foco das ações estratégicas
  • Retrabalho constante com peças pontuais
  • Falta de autonomia para outras áreas da empresa

É aqui que nasce o dilema: como manter consistência visual e qualidade sem transformar o marketing em uma “agência interna” de tudo?


Onde está o limite da criação?

A resposta não está em uma linha rígida, mas sim em um modelo operacional claro.

Veja um exemplo de divisão funcional:

Tipo de peçaResponsávelComo resolver
Campanhas institucionais internasMarketing + RHPlanejamento conjunto com identidade visual da marca
Comunicados operacionais (ex: lembrete de ponto, aviso de férias)RH / EndomarketingTemplates prontos com textos variáveis
Eventos internos com impacto na cultura (ex: premiações, aniversários)RH com apoio pontual do marketingKits visuais prontos + adaptações
Treinamentos e materiais técnicosRH / OperaçõesBanco de templates com autonomia total

O segredo está na estrutura. Não é função do marketing produzir tudo. É função do marketing criar a base, a identidade e os recursos que permitam às outras áreas se comunicarem de forma padronizada.


Como resolver com um sistema estruturado

O problema não é o volume de demandas. O problema é a falta de processos e ferramentas adequadas para escalar com consistência.

Veja como um sistema como a Compone resolve esse impasse:

  1. Drive Inteligente com Taxonomia Interna
    • Pastas e conteúdos organizados por tipo de ação, setor e frequência
    • Materiais como “Comunicados RH”, “Datas comemorativas”, “Aniversariantes do mês”, “Campanhas de clima” prontos para uso
  2. Templates visuais prontos e editáveis
    • Equipes como RH e Comunicação Interna usam modelos com identidade da empresa e autonomia para editar
    • Redução do retrabalho no marketing para cada nova demanda
  3. Editor com automação
    • Criação rápida de posts, apresentações e comunicados sem depender de design
    • Adaptação para campanhas específicas (ex: Outubro Rosa, SIPAT)
  4. Governança de marca e usuários
    • Marketing define as regras visuais e limites de edição
    • Outras áreas operam com segurança e autonomia

Benefícios reais para o negócio

Ao estruturar o marketing e o endomarketing como áreas complementares, mas autônomas, sua empresa ganha:

  • Mais eficiência operacional
  • Menos revisões e retrabalho
  • Aumento de engajamento interno
  • Redução da dependência de equipes sobrecarregadas
  • Maior padronização e consistência de marca em todos os pontos de contato

Conclusão: quem faz o quê?

A pergunta “até onde vai o marketing e onde começa o endomarketing?” só faz sentido se a empresa tiver uma estrutura que permita essa divisão com clareza.

Quando há um sistema que organiza, padroniza e distribui templates com inteligência, o marketing foca no estratégico. E o endomarketing ganha força para gerar impacto real no engajamento e na cultura da empresa.

Na dúvida, lembre-se: o marketing não precisa fazer tudo. Ele precisa orquestrar o que deve ser feito.

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